Publicado por: Felipe | 2 02UTC Fevereiro 02UTC 2008

Florianópolis (Carnaval 2008)

Antes de começar quero dizer uma coisa: Maravilhoso!!

Nada descreve melhor o sentimento de todos pelo passeio, por estar com pessoas de bem, fazer amizades e ver o desfile

(sem trocadilhos) de diversos sotaques. Todos unidos pela paixão de pilotar um veículo que para muitos não passa de

suicídio e sinônimo de imprudência.

Enfim, tudo começou com a saída do Sandro (sandrim) de Goiás e depois se encontrou com o Raphael e a Flaviane (irmã

do Rapha) e vieram direto para Piracicaba (depois cada um relata sua própria história até o encontro), encontrei com eles no

shopping e fomos para minha casa, no outro dia saímos as 4hs rumo a São Paulo.

Em casa acordando.

O horário marcado era às 6hs em SP, mas nos perdemos e não encontramos mais o caminho.. aí um liga de cá, outro liga

de lá e nada. Em SP, se vc passar de uma rua tem que andar uns 20km para encontrar um retorno, aí paramos numa

pracinha e eu liguei para o Cláudio (Tiruan) e disse “estamos numa pracinha com uma árvores”.. uhauhuha… nunca que ele

encontrava.

Rodamos mais um bocado e estacionamos em um posto sentido Regis Bittencourt… Aí meu celular tocada e uma voz de

quem acabou de acordar fala “oi, eu perdi hora e não sei se vai dar tempo de ir…” era a Luiza (Luli) acabando de

acordar… como já estávamos atrasados deu para esperá-la. Logo chega o Cláudio e disse que tinha que sair de novo pq ia

procurar o Sushi. Enquanto ele foi a Luiza chegou e logo depois os dois voltaram.

Esperando o pessoal em SP

Sushi tentando colocar a aranha na mochila.. o placar foi de 3×1 para a mochila

Nos cumprimentamos e nos arrumamos para partir, mas antes a Luiza disse “olha, vão devagar pq eu não sei se vou

conseguir acompanhá-los”…

Saímos de SP e começamos pela temida BR-116 que não é temida a toa. Buracos, má qualidade do asfalto e manutenção

precária nos fizeram ir com extrema cautela e atenção. A rodovia variava em em coondições trafegáveis e intrafegáveis… O

pior é que quando vc pensava que finalmente ia melhorar aparecia uns buracos alados sem aviso o que tornava a

dirigibilidade algo quase impraticável.

Primeira parada na Regis

Raphael e Flaviane

Enfrentamos uns 3 ou 4 conjestionamentos mas pegamos corredor sem problemas, e felizmente nenhum desses

congestionamento foi motivado por acidentes…aliás, não encontramos nenhum.

Após algumas paradas chegamos a uns 150km de Curitiba e foi quando finalmente a rodovia ficou razoavelmente melhor.

Nesse meio tempo encontramos o Maurício, que estava com um Drag Star indo de SP para Floripa tbm, mas essa história o

Sandro sabe contar melhor. O que importa é que o Maurício foi uma mão na roda e nos ajudou muito na viagem, até

ganhamos um adesivo do moto clube que ele participa mas eu não lembro o nome agora.. gente fina mesmo.

No caminho passamos por paisagens lindas e relevo diferente do que encontramos nos estados do norte, oq me deixou

fassinado.

O dia estava bastante ensolarado e um calor muito forte, isso fez com que chovesse umas cinco vezes no caminho de

curitiba até Floripa, mas foram chuvas rápidas e refrescantes que só ajudaram. Aí tivemos que parar para colocar as capas e

depois tirar e colocoar de novo…. Nisso o grupo se desgarrou um pouco algumas vezes.

Primeira parada para a colocação das capas, ao fundo a Drag do Maurício

Minha neguinha parecendo estradeira como disse o Fabrício

Depois de 10hs de viagem a concentração já não é mais a mesma e vc não pensa em mais nada além de chegar ao

destino.. e isso fez que ao sairmos da BR-116 e pegarmos a BR-101 (que é um tapetão) acelerássemos e rodamos na

média de 120km / 130km com a moto sobrando e não gastando tanto.

Por falar em gastar, vira e mexe o Raphael passava do lado de todo mundo apontando o tanque da Lander e fazendo sinal de

negativo pq com 11L se roda apenas 200km no máximo.

Liguei para o Renato quando estávamos em Joinvile e na saída eu liguei a moto e o alarme disparou, só que o controle não

estava funcionando e demorei para desativar. Nisso a Luiza já tinha saído e foi embora enquanto o resto do pessoal ficou lá.

Não a encontramos mais, sumiu… Vcs lembram dela ter falado para irmos devagar, mas na realidade NÓS que não

conseguimos acompanhar o ritmo dela… mão de chumbo a menina, esticava que acho que deu uns 180km/h (hehehe)…

Depois de rodar muiiiiiiito finalmente vimos o mar.. paramos para tirar umas fotos e o Sandro pediu para eu ligar para o

pessoal de Floripa… Na minha cabeça nós estávamos tipo na entrada da cidade. Liguei e falei para o GIlmar “estamos na

beira do mar, tem umas pedras assim e assim…” ele não entendeu e passou para o Renato que tbm não entendeu. Então

ficou combinado que quando adentrarmos mais na cidade ligariamos…

“Mar e umas pedras”

Rodamos, rodamos e rodamos até finalmente chegar em Florianopolis lá pelas 19:30hs.. paramos em um posto para dar

uma ultima abastecida e ligar avisando que chegamos.. Ao descermos da moto, adivinhem quem estava lá? Sim, a

Luiza…”pô, já to aqui faz 45min e vcs demoraram…” Isso que é mão de chumbo.

Nos despedimos do Maurício e fomos esperar o pessoal no local marcado. Logo chegaram o Gilmar (Gilmar Floripa) com a

Jamile (amiga do Gilmar), o Renato e o Fabrício (pagliari_fabricio) que veio de Erechim – RS.

Macada reunida

Nos cumprimentamos e fomos para a casa do Gilmar. Nossa, como tudo é longe na Ilha… rodamos quase uma hora para

chegar lá, mas felizmente a paisagem era linda, a vista da ponte ao cruzar do continente para a ilha, os morros.. enfim,

maravilhoso.

Chegamos na casa de Gilmar e fomos muito bem recebidos pela mãe dele que nos tratou com muita simpátia e

cordialidade.

Descarregamos os trem (como diz os mineiros) e eu senti uma suadade imensa da Larissa e a todo momento lamentava ela

não ter vindo. Nos acomodamos para uma boa noite de sono pq o dia seguinte prometia.

Estacionamento de capacetes

Varal da casa do Gilmar

Ah, antes de dormir tomamos um café maravilhoso e o Cláudio e eu fizemos a rapa no truco.. mesmo perdendo de 11 a 2

ganhamos da Luiza e do Raphael..hunf.

Fome

No dia seguinte após uma noite de muitos roncos e falações (né Sandro) tomamos um café, compramos as coisas para o

xurras e fomos buscar o ultimo membro da turma, o Rômulo (Romulo N) que veio do norte de SC. Voltamos com 10 motos e

fomos dar um rolê pela ilha.. Carros buzinando, motos buzinando e brincando de cortar giros foi a trilha das nossas

andanças.. uma festa só.

Fomos para a praia de Jurerê onde encontramos um amigo do Gilmar o Cristiano (é isso né?) que tem uam Suzuki 750.

Muito bacana se enturmou rápido e começou a andar conosco, mas só depois de uma banhão nessa praia linda.

Galera em Jurerê (1-Cristiano; 2-Jamile; 3-Raphael; 4-Flaviane; 5-Raphael; 6-Gilmar; 7-Rômulo; 8-Tiruan; 9-Luli; 10-Felipe; 11-Renato; 12-Sushi; 13-Sandro; 14-Fabrício tirando a foto)

Praia

Pedras

Voltamos e batemos uma chepa com a carne que o Sandro e o Fabrício temperaram.. muito bom.. parabéns aos dois. A

mãe do Gilmar preparou uma mesa linda e saborosa que foi rapidamente devorada ao ponto de a Luiza ficar sem a salada de

ovos.. hehehe.

Hora do rango.

Sushi e Fabrício dando para bons churrasqueiros

Depois do rango ficamos jogando conversa fora onde surgiu muitas histórias entre elas a desilusão amorosa do Sushi, mas

cada um conta a sua. De noite fomos dar outro rolê.. levamos a Raquel (namorada do Gilmar) para a casa dela. Lá todos

desceram das motos e um moleque de uns 12 anos perguntou da onde erámos.. o Sushi falou que tinha paulistas, mineiros,

um de goiânia e o Fabrício que era gaúcho.. aí o pivete soltou essa “ah, gaúcho viado..”.. quia quia quia quia,… melhor foi a

cara do fabrício.. quase bateu no moleque… auhuhauhauh….No caminho um colchão no meio da rodovia quase derrubou a

Luiza e principalmente o Sushi que quase ficou com ele no rosto e depois ao atravessar a ponte que liga ilha-continente

bateu um ventou muito forte que perigou alguém cair.. mas tudo deu certo.

Prédio da Raquel

Sushi, motoboy de Floripa

Fomos para a ponte famosa e depois em um barzinho no centro e contamos muitas piadas de gaúchos e mineiros e depois passamos em um mirante lindo.. pena que estava noite mas isso não tirou a beleza da vista.

Linda vista (da ponte)

Maldito timer.. euuheuhe

Desfile

Quem vê pensa

Mijão

Tiruan no mirante

Sandro, uma das amizades que espero perpetuar após o encontro

Voltamos para a casa da Gilmar e nos amontoamos pq o cançaso da viagem ainda fazia efeito. Foi um tal de homem dormir

com homem que tava dificil… Ficaram fazendo zueira até o pai do Gilmar dar um esporro em todo mundo e não se ouviu

mais um piu.. uhauhauha. Ah, antes de dormir o Claudio e eu demos outra surra na Luiza e Raphael que quiseram uma

revanche no truco..tcs tcs tcs… Ahhh, e tinha uma sopa deliciosa nos esperando.. hummmmmmmm

Acordamos na segunda mais cedo e depois do café fomos conhecer algumas praias… Passamos para pegar a tia do Gilmar

(desculpe mas nomes me fojem das idéias igual ao Sushi que me chamava de Anderson) e levamos a mãe e a tia para o

passeio tbm. Fomos para a praia do Santinho onde apenas conhecemos, tiramos fotos mas não entramos na água…A visita

ficou marcada pelo escorregão do Tiruan que não queria entrar na água… mas….

Sushi, ou estava comendo ou estava dormindo.. inclusive sentado

Luli is a Punk Rocker!

O Raphael só pq tem uma Lander tinha que parar no meio do mato (Praia do Santinho)

Praia do Santinho

Por esse eu não coloco minha mão no fogo…ui

Escorregão do Tiruan…hilário

Depois fomos para a praia dos ingleses onde antes de entrar na praia fizemos uma bela farofada para aguentar até a hora do

rango. A praia bem mais vazia do que Jurerê foi uma benção.. nos divertimos muito rodeado de uma linda paisagem,

brincamos e programamos até alguma idéias para próximas viagens.

Voltamos, comemos um almoço maravilhoso e começamos a arrumação, fizemos a contabilidade e demos um trato nas

motos, querosene nas corrente e graxa depois. Ah, lavamos a moto da Luiza que eu jurava que era marrom, mas era

vermelha…hehehe.

Bufunfa

Geral nas bikes antes da viagem

Jantamos um delicioso strognoff e tinha um bolo de chocolate espetacular. Começamos a arrumação.. ninguém falava mas

no rosto de todos via-se o lamento ao aproximar a hora de ir.

Última refeição

Ter que arrumar isso não foi fácil

Rômulo e Cristiano lavando a louça

Fomos dormir e para revesar os colchões fui jogado para dormir com o Sushi que ronca mais do que locomotiva enferrujada..

pqp.. foi uma noite du cão… Por falar nisso, o Gilmar tem duas cadelas e uns felinos lindos.

Tiruan (dorme como um croquete enrolado)

Fabrício pimentão

Raphael e Flaviane

Sushi (A locomotiva noturna)

Luiza

Acordamos e nos despedimos e rumamos para casa. O Rômulo tinha saído na noite anterior mas foi nos encontrar no posto

junto com o Renato.. de lá cada um seguiu seu rumo.. o Renato ainda nos acompanhou mais uns kms… O Sandro com

muita coragem decidiu ir num tiro só para Goiás e nos deixou depois de Curitiba, mas antes tiramos algumas fotinhas.

Despedida final em Floripa (Valeu Renato por nos acompanhar por mais 200km)

Linda cachoeira.. dava vontade de entrar debaixo.. mas tava uns 5ºC… Brrrrrr

A volta foi menos cansativa, fizemos uma parada mais longa já em SP para almoçar e exceto por uns FDP que quase me

derrubaram na Regis quando cortaram pelo acostamento foi tudo bem. Só me deixe fazer uma comentário.. é certo que a

rodovia é uma porcaria, mas os acidente são causados por motoristas irresponsáveis que querem andar no limite do

carro/moto não dando a mínima para suas vidas e principalmente pela dos outros.

Luiza e seu novo amigo

Rodízio com Água Tônica

Sushi dormindo novamente. Desta vez na cadeira da churrascaria

Pegamos tbm uma garoa e fizemos uma parada para colocar a capa.

SP, terra da garoa

A sensação foi a luva de lavar louça do Raphael

We Got it!

O pessoal que tinha que ir para SP ficou no Rodoanel e o Raphael e eu esticamos um pouco pela Bandeirantes numa chuva

muito forte e ele foi embora.. Cheguei em casa lá pelas 19:30hs depois de 14 horas e meia de viagem.

Despedida

Gostaria de agradecer ao Gilmar e sua mãe pela excelente recepção e por aturar tanto maluco. As amizades feitas espero

que perpetuem para próximos encontros e para toda a vida, mais do que andar de moto fazer amigos é excenciale foi isso

que aconteceu nessa viagem, pena que a Lalinha não estava.. seria muito melhor com ela.

Resumo da ópera

Abraços a todos e até a próxima ;)

p.s;: Se eu gostei do passeio? Ô!


Respostas

  1. Além de eu ser amiga do Felipe e parabenizá-lo pela maravilhosa viagem, quero parabenizar todo o grupo e especialmente e guria Luiza que acompanhou o grupo( ou o grupo a acompanhou, como acharem melhor)hehehe…Sinceramente gostaria de ter ido junto nesta viagem incrível, que certamente foi inesquecível para todos…o Felipe havia me contado que ia mó galera pra Floripa…mas por falta de grana msm não fui com meu namorado.Temos um site de moto turismo e se vcs quiserem postar a rota da viagem, fiquem a vontade!
    As fotos estão ótimas, dá pra sentir a energia e felicidade de cada um, e esse espírito de amizade e entrosamento torna qualquer lugar o melhor do mundo!
    Sem dúvida ainda iremos nos encontrar numa próxima viagem e rodar muitos km pelo Brasil!
    Abraço a todos

  2. Aoooooo, esse passeio deve ter sido muito animal! Quem sabe num próximo eu participo também!

    Hugobci
    http://hugobci.wordpress.com

  3. olá galera!!!
    parabens por essa aventura…
    sou louco para fazer isso tbm!!!
    um grande abraço,


Deixe uma resposta

Sua resposta:

Categorias